Última hora: Sidney mostra garra

Dedic castigado, mas com dois prolongamentos, Bah jogou mais de 200 minutos, Banjaqui pouco menos, Sidny e Tomás Araújo pisaram outros continentes

Os laterais-direitos de raiz do Benfica tiveram uma janela de competição de seleções bastante preenchida e com diferentes sensações. O desgaste foi grande e José Mourinho, treinador dos encarnados, que tem apostado em Alexander Bah, até pode ser tentado a mexer, face ao quadro de utilização.

Comecemos por referir que Amar Dedic foi o mais utilizado, mas é também aquele que não poderá estar em campo na próxima segunda-feira, na partida com o Casa Pia. O bósnio está castigado, depois da expulsão em Arouca.

Dedic, refira-se, jogou dois prolongamentos pela Bósnia (112 minutos com o País de Gales e 120 com a Itália), com um total de 232 minutos no caminho para o Mundial, que alcançou nos penáltis. Festa, pois, de arromba em Sarajevo, pela noite dentro, como o próprio benfiquista documentou em fotografia e vídeo nas redes sociais.

Alexander Bah, o lateral-direito dinamarquês recentemente recuperado de lesão, acumula minutos na Luz e na seleção. Falhou o acesso ao Mundial, derrotado pela Chéquia nos penáltis, mas esteve em campo 120 minutos. Antes, com a Macedónia do Norte, já tinha sido titular e utilizado 81 minutos. Mais de 200 minutos num par de partidas que devem deixar José Mourinho em alerta, mas, ainda assim, com a vantagem de haver tempo para descansar, em função do agendamento da partida para segunda-feira, em Rio Maior.

Alternativa séria, se o treinador dos encarnados quiser preservar Alexander Bah, é Daniel Banjaqui. O miúdo de 18 anos dos encarnados, cuja renovação de contrato está em vias de ser anunciada, agora que regressa ao clube, chega ao Seixal moralizado por um golo ao serviço dos sub-21 de Portugal, frente à Escócia, e por duas titularidades: 78 minutos com os escoceses (3-0), 90 minutos com o Azerbaijão (4-0).

Há, todavia, mais escolhas possíveis para Mourinho, que pode olhar para Sidny Cabral como lateral-direito (fez também duas partidas por Cabo Verde, na Nova Zelândia) ou ainda para Tomás Araújo, central muito habituado ao lugar, que fez 90 minutos por Portugal, divididos em dois jogos.

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