Última hora:André vilas boas prevê a transferência de seguintes jogadores

Thiago Silva, Pietuszewski, Fofana e Moffi acabaram por ser determinantes na conquista do título por parte do FC Porto. E Villas-Boas, em entrevista à Rádio Renascença publicada esta terça-feira, no âmbito do podcast ‘O Código Farioli’, valida essa mesma ideia.

“Janeiro acaba por ser um momento importante, não só porque está relacionado com a renovação do treinador, no que é o acreditar do projeto, esse é um passo também que treinador e clube queriam dar em antecipação ao reconhecimento de um bom trabalho. Enquanto estamos a tratar desta entrevista [n.d.r.: no passado mês de abril], o FC Porto teve ontem um amigável com o Vizela e o treinador está nos nossos gabinetes reunido com a equipa de scouting a preparar o que é o futuro do FC Porto”, começou por afirmar Villas-Boas, mantendo-se no tema.

“E foi isso que aconteceu em janeiro, um corpo comum de ideias, relativamente àquilo que podia ser trazer jogadores que ele conhecesse e depois os scouting mais concretamente no caso do Pietuszewski. Relativamente ao Thiago, foi uma oportunidade de mercado… Estávamos inquietos pelo facto de termos apenas três centrais disponíveis fruto da lesão do Nehuén. O Pablo ofereceu-nos jogos a central e deu-nos garantias, mas a oportunidade era única e depois havia o campo emocional relacionada com a sua anterior passagem pela equipa B. Todo este regresso dele foi mágico. Não hesitou, o míster? Não, foi uma oportunidade que foi trazida pelo agente, eu falei com ele e ele ficou encantado”, revelou ainda o presidente, explicando, de seguida, que Farioli se envolve “bastante” com os outros departamentos do clube.

Villas-Boas foi ainda desafiado a revelar como é Francesco Farioli quando está longe dos holofotes. E também aqui sobraram elogios: “No trato pessoal muito próprio, muito calmo, objetivo, um homem consciente das suas ideias. As reuniões que temos estão mais relacionadas com o funcionar do FC Porto, das suas estruturas, da equipa, e não tanto no campo pessoal. Claro que nos encontrámos, um homem afável, de família, de bom trato, de bons costumes italianos, uma relação familiar que acabam por ser mais levadas para o dia a dia do trabalho.”

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