Última hora:Rafa Silva diz que o árbitro estava a favor do real Madrid

Mais do que acrescentar, entrada do avançado no plantel dá a Mourinho uma dor de cabeça que (já) não existia. Golos e assistências Rafa conseguirá sempre, mas a dinâmica da equipa já se ressentiu
No meio do turbilhão que foi o Benfica-Real Madrid e o seu pós, com mais um episódio da longa sequela de casos com Vinícius Júnior como protagonista, pouco se falou de futebol. É pena. Se José Mourinho tinha tido muito mérito na forma como abordou o primeiro jogo contra o Real, na última jornada da fase de Liga, desta vez a equipa não soube desamarrar-se da teia espanhola.

Arbeloa aprendeu com a hecatombe de 28 de janeiro e soube fechar a porta ao Benfica, que pouco conseguiu criar. E, do banco, Mourinho não foi capaz de incutir outro nervo na equipa a partir do banco: Ríos e Lukebakio, sem ritmo para um jogo desta dimensão após tanto tempo parados, pouco ou nada acrescentaram. É certo que todo o contexto, por se tratar, agora, de uma eliminatória a duas mãos, obriga a outras cautelas e há um segundo jogo para jogar, mas há ilações que podem ser tiradas

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